Ela definitivamente é um " libro de estilo" como dizem los espanholitos para las mujeres estilosas; Olivia
Palermo arrasa em qualquer situação e consegue inserir sua marca pessoal em qualquer produção.
Confiram.....saudades de meu blog depois de muito tempo sem postar nada.
Estamos de volta.
Mostrando postagens com marcador elegância. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador elegância. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Elegância!!!
Nestas postagens sobre elegância vou mostrar a vocês o que é ser estilosa, estar na moda e acima de tudo ser elegantérrima; não é para uma simples mortal ser isso tudo; confiram fotos de mulheres estilosas, modernas e elegantes.
sábado, 7 de abril de 2012
Em busca da elegância!!!
O que seria essa tão decantada "elegância dos vinhos" que está na moda e na boca de quase todos os enólogos do mundo?
Por Alexandre LalasNo mundo do vinho, a palavra elegância está mais do que na moda. Experimente conversar com um enólogo, especialmente de países do Novo Mundo, sobre os vinhos que o sujeito produz e a resposta será repetida quase como um mantra: "minha meta é fazer vinhos elegantes", vai jurar o enólogo, seja ele australiano, chileno, sul-africano, ou o que for.
Após anos de domínio de vinhos superextraídos, concentrados, fortes, potentes, a coisa virou. No mundo do vinho, a busca pela elegância é o cálice sagrado almejado por 10 entre 10 enólogos mundo afora.
O que é elegância?
Mas, afinal de contas, o que diabos é essa tal elegância? Como defini-la, o que fazer para encontrá-la? Se há uma região onde a maior parte dos vinhos carrega no DNA a tão decantada elegância é a Borgonha, na França. Para Anne Moreau, da Domaine Louis Moreau, em Chablis, a questão não é fácil, e é até preciso usar a imaginação para definir o conceito do "ser elegante" nos vinhos. "Acho que na Borgonha fazemos vinhos mais finos e discretos do que, por exemplo, em Bordeaux, onde você pode encontrar mais fruta e até vinhos mais expressivos, mas que, no fundo, talvez sejam vinhos que queiram apenas 'se exibir'. Talvez dessa fineza e discrição nasça a elegância", sugere Anne. "Por outro lado, percebo que em Chablis outros dois fatores pesam muito na hora de determinar se o vinho será ou não elegante: a mineralidade e o frescor, combinados com a fruta e a expressão do terroir", acrescenta.
Em relação a essa suposta tendência do mercado, Anne crê que há duas correntes. Ela ainda enxerga uma diferença entre Novo e Velho Mundo no estilo de fazer vinhos, e acha que muitas diferenças vêm justamente do que o consumidor espera. "Acho que há duas vertentes na produção de vinho.
O consumidor mais novo, que está começando a aprender sobre a bebida, até prefere vinhos mais diretos, de estilo mais Novo Mundo. Enquanto aquele cara que já provou mais coisas e pode até ser chamado de 'connoisseur', esse sim, busca vinhos mais discretos, sutis, enfim, elegantes", conclui.
Existe elegância no Novo Mundo?
Para o australiano John Duval, que durante quase 30 anos foi o responsável pela produção do Penfolds Grange, um dos grandes ícones da Austrália, essa diferença entre estilos de Novo e Velho Mundo é uma "discussão estéril". "Nas décadas de 1970 e 80 até havia certa diferença entre o que se fazia na Europa e o que apresentavam países como Austrália e Estados Unidos. Hoje em dia não há mais isso. Basta dizer que é normal encontrar vinhas de mais de 100 anos na Austrália, coisa que não ocorre na França ou na Itália com a mesma frequência. Há vinhos feitos no Novo Mundo que são elegantes e austeros e outros feitos no Velho Mundo que são robustos, musculosos e superconcentrados. É tudo uma questão de solo, clima e desejo do enólogo", afirma.
No comando da John Duval Wines, o australiano dá a receita própria de um vinho elegante. "Eu gosto de fazer vinhos com menos extração. Trabalhando com baixo rendimento e em vinhas velhas (algumas até centenárias), consigo riqueza aromática e gustativa, além de taninos maduros, sem precisar de grandes níveis de açúcar nas uvas, e, consequentemente, faço vinhos menos alcoólicos", ensina. "Vinhos com menos extração e graduação alcoólica mais moderada, em minha opinião, refletem melhor o terroir de Barossa. E acho mesmo que podemos considerar essa uma tendência por aqui", completa Duval.
FONTE - Revista Adega
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)

























































