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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Vinhos e a Fondue!!!


A fondue, apesar de muitos acreditarem ser o Fondue, trata – se de uma palavra derivada do particípio passado em Francês ‘‘Fondre”, cujo significado é derreter; trata-se, portanto, de um substantivo feminino; o Fondue não existe, e sim a fondue; e nada melhor do que ela para nos aquecer neste tristes dias frios que fazem no sul do Brasil.
A fondue foi criada na Suíça em meio à Segunda Guerra Mundial em função das batalhas e do inverno rigoroso, os camponeses que moravam nas regiões montanhosas não tinham como buscar mantimentos nas cidades.
Para não morrer de fome, eles aproveitavam os restos de queijo, já que eram produtores de leite e fabricavam muito queijo. Com o principal ingrediente à mão e em fartura, acabaram inventando uma comida quente, simples, saborosa e nutritiva para agüentar o frio. A mistura ficava no fogo até derreter. Os camponeses, então, mergulhavam pedaços de pão no creme, enquanto borbulhava.
A iguaria só ganhou fama na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, do restaurante Chalet Suísse, em Nova York, passou a servir o prato. Para complementar, criou a fondue de chocolate, que servia de sobremesa.
Apesar de ter surgido de forma rústica, a fondue se tornou uma comida refinada. Isso porque os ingredientes utilizados possuem um preço um pouco elevado, como é o caso dos queijos gouda, gorgonzola, emental e gruyère; como é uma iguaria típica do inverno nada melhor do que bons vinhos para servir de acompanhamento.
Neste sentido as dúvidas acerca dos vinhos que acompanham a fondue geram muitas controvérsias; o conceito básico para se fazer a harmonização é o bom senso, que deve guiar sempre a ação, de forma a haver equilíbrio entre o vinho e a comida.
A resposta dependerá do tipo de Fondue que estaremos preparando. Se for a tradicional Fondue de queijos suíços gruyère ou emmental a harmonização indicada são os vinhos brancos secos das uvas sauvignon blanc e chardonnay ou, se preferirmos, um tinto de corpo leve como os franceses Beaujolais Village ou o Gamay nacional safra 2006. Se opção for por uma Fondue de filé mignon, acompanhado de molhos diversos, convém optarmos por um vinho tinto de corpo leve, podendo ser um Beaujolais Village, ou Bardolino ou um cabernet franc; sendo ela Fondue de chocolate acompanhado com frutas, a sugestão são os vinhos do Porto, ou vinhos de sobremesa, assim como os vinhos frisantes.
EDY

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Doces Segredos do Vinho do Porto!!!



Tomar uma taça de vinho do porto é algo inexplicável, são tantas sensações quanto os segredos que permeiam esta bebida tão especial; o vinho do Porto é um vinho natural e fortificado, produzido exclusivamente a partir de uvas provenientes da região demarcada do Douro, no norte de Portugal a cerca de 100 km a leste doPorto; Régua e Pinhão são os principais centros de produção da bebida.
O Vinho do Porto distingue-se dos vinhos comuns por suas características particulares como enorme diversidade de tipos em que surpreende uma riqueza e intensidade de aromas incomparáveis, persistência muito elevada quer de aroma quer de sabor, um teor alcoólico elevado, geralmente compreendido entre os 19 e os 22% vol, e numa  grande diversidade de cores; existe um conjunto de designações que possibilitam a identificação dos diferentes tipos de Vinho do Porto; neste sentido consideram-se três tipos de vinhos do Porto: Branco, Ruby e Tawny.
O que torna o vinho do Porto diferente do restante dos vinhos além do clima único é o fato da fermentação do vinho ser incompleta, sendo parada numa fase inicial - dois ou três dias depois do início - através da adição de uma aguardente vínica neutra (com cerca de 77º de álcool).
Conseqüentemente o vinho do Porto é um vinho naturalmente doce (visto o açúcar natural das uvas não se transforma completamente em álcool) e mais forte do que os restantes dos vinhos (entre 19 e 22º ).
Em termos de doçura, o vinho do porto pode ser muito doce, doce, meio-seco, enfim sempre mais doce e jamais seco como todos os secos tradicionais, sempre irá preservar sua peculiar e característica suavidade; a doçura do vinho constitui uma opção de fabrico, condicionada pelo momento de interrupção da fermentação.

EDY.